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24 Horas de Samba

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Carnavalescos

Natural de Nilópolis (RJ) 🏙️, os carnavalescos Diogo Inácio e Leandro Inácio, ao lado do Mestre Marcinho Inácio 🥁, formam um trio de irmãos cuja história se entrelaça com o próprio pulsar do Carnaval 🎭✨. Filhos de um funcionário da tradicional Beija-Flor de Nilópolis 🦚, eles tiveram contato com a magia da folia desde o berço 👶, crescendo entre sonhos, cores 🌈, sons 🎶 e a grandiosidade da avenida. 

Mas a vida lhes reservou um grande desafio 💔. Em 2006, com o falecimento do pai 🕊️, a família enfrentou uma mudança repentina e dolorosa. Deixaram Nilópolis e recomeçaram a vida em Nova Iguaçu 🏠, enfrentando dificuldades financeiras que exigiram força 💪, união 🤝 e coragem.

Foi nesse cenário de superação 🌟 que a arte floresceu ainda mais forte entre os irmãos. Para ajudar a mãe ❤️ e contribuir com o sustento da casa, começaram a produzir artesanatos ✂️🎨 para vender. O que nasceu da necessidade logo revelou um talento extraordinário ✨. Com dedicação e criatividade, passaram a confeccionar fantasias de Carnaval 👑🎭, especialmente para os tradicionais Clóvis (Bate-Bola) 🤹,


desenvolvendo uma identidade artística própria.

A paixão pelo samba 🎶, herdada desde a infância, ganhou novos caminhos. O irmão mais velho seguiu como ritmista 🥁, enquanto Diogo e Leandro trilharam o universo da arte carnavalesca como aderecistas 🎨✨. Assim, teve início uma jornada construída com esforço 💪, talento 🌟 e amor pelo Carnaval ❤️🎭.

Em 2019 📅, Mestre Marcinho Inácio assumiu o comando de uma bateria 🥁🔥, consolidando sua trajetória no segmento musical da folia. Já Diogo e Leandro, após anos aprimorando sua arte nos barracões 🏗️🎨, assinaram seu primeiro Carnaval em 


2022 🎉, marcando um novo capítulo em suas carreiras.

Hoje, os três irmãos seguem evoluindo a cada ano 📈, transformando desafios em inspiração ✨ e carregando no coração ❤️ o sonho de alcançar a elite do Carnaval 🏆🎭. Mais do que profissionais da festa, são a prova viva de que talento 🌟, perseverança 💪 e amor pela arte 🎨 são capazes de transformar dor em brilho ✨ e luta em vitória na avenida 🏅🌟.





🎭 “Hoje o destaque vai para um grande nome do Carnaval!”

Natural de Rio Pomba (MG), Joãozinho carrega uma trajetória profundamente ligada ao Carnaval, paixão que o acompanha desde a infância. Aos 7 anos, iniciou nos desfiles pelo GRES Unidos do Rosário, dando os primeiros passos em uma jornada que se transformaria em mais de quatro décadas dedicadas à arte carnavalesca.


Com o tempo, passou a atuar na criação de fantasias e montagem de carros alegóricos, até se tornar carnavalesco do GRES Levanta Poeira e, posteriormente, um dos fundadores do GRES Partido Alto. Toda essa história foi construída em sua cidade natal, onde se desenvolveu como artista.


Em 2025, aceitou o desafio de assinar o Carnaval da escola Real Grandeza, em Juiz de Fora. No ano seguinte, viveu um dos momentos mais marcantes da sua carreira ao conquistar o título de campeão com o enredo “Eterna Lua de Real Grandeza – Encantos e Segredos Sob a Luz do Luar”.

Mais do que profissão, o Carnaval é a sua essência — uma paixão que o seguirá para sempre. ❤️






Salve salve galera carnavalesca do nosso Brasil !
Apresento a vocês: Sandro Gomes @sandrogva, carnavalesco do Rio de Janeiro !
Tive a honra e o privilégio de trabalhar com o Sandrinho na Império da Tijuca em 2005, quando a escola fazia parte do Grupo B





"Tijuca, cantos, recantos e encantos" conquistando assim o direito de desfilar no Grupo A (atual Série Ouro).
Assinou o também o carnaval de 2007 com o enredo "O Intrépido Santo Guerreiro" e 2008 "Duzentos anos da Corte Real nos
Jardins da Família Imperial".
Além de carnavalesco, Sandro Gomes é também desenhista e produtor de eventos, foi campeão também em outras agremiações
da Série Ouro, Prata e Série Bronze.



Salve galera carnavalesca do nosso Brasil !

Apresento a todos o grande Artista Plástico e Carnavalesco Vava Oliveira @vava2988.
Vava 52 anos é natural de Cotia (SP), foi carnavalesco da Escola de Samba Águia Dourada de Itatiba SP e atualmente assina os trabalhos da Vila do Carmo em Mariana (MG), faz esculturas para escolas de samba do interior paulista e mineiro.



















Resultado final do Grupo Especial do Rio de Janeiro



Após uma sofrida espera de 33 anos, a Portela voltou a conquistar o título de campeã do Grupo Especial, colecionando mais um troféu à sua galeria. A apuração das notas dadas pelos 56 julgadores que atuaram nos desfiles do Carnaval 2017, realizada no final da tarde de quarta-feira, 1º de março, na Praça da Apoteose, registrou um equilíbrio de forças impressionante: a diferença entre as quatro primeiras colocadas – 1ª) Portela, 2ª) Mocidade, 3ª) Salgueiro e 4ª) Mangueira – foi de 0,1 (um décimo) de uma para outra: da quarta para a quinta ( Grande Rio) e desta para a sexta (Beija-Flor) foi de 0,2 (dois décimos) de uma para outra. Ou seja, a diferença entre a campeã e a sexta colocada foi de apenas 0,7 (sete décimos).

Por deliberação do Plenário da LIESA, em reunião ocorrida na sede da entidade pouco antes da Apuração, as Escolas de Samba do Grupo Especial decidiram que nenhuma será rebaixada para o Grupo de Acesso Série A, no ano que vem. Foi uma decisão de solidariedade às agremiações que tiveram problemas com alegorias e resultaram em graves acidentes, durante os desfiles de Domingo e Segunda-Feira.

Portanto, o Grupo Especial, no Carnaval 2018, será composto por 13 agremiações, incluindo também o Império Serrano, campeão dos desfiles do Grupo de Acesso Série A, conquistando o direito de retornar à elite do samba carioca. Na mesma plenária ficou decidido que, nos desfiles do Carnaval de 2018, duas agremiações do Grupo Especial serão rebaixadas para a Série A.

As seis primeiras colocadas nos desfiles do Grupo Especial no Carnaval 2017 retornaram à Passarela no Sábado das Campeãs, 04 de março, desfile iníciado às 22 horas.

A história do carnaval Carioca

Carnaval do Rio de Janeiro

Muita gente que trabalha em escolas de samba em todo o Brasil e principalmente aqui no Rio de Janeiro não conhecem a história do carnaval Carioca, então resolvi postar aqui um resumo de como tudo começou.

Durante todo o período colonial as diversões que aconteciam na cidade do Rio de Janeiro durante o carnaval não diferenciam daqueles presentes em outros centros urbanos brasileiros. Toda uma série de brincadeiras reunidas sob o termo Entrudo podiam ser encontradas nas ruas e nas casas senhoriais da cidade. No final do século XVIII, essas diversões consistiam basicamente no Após a Independência do Brasil, a elite carioca decide se afastar do passado lusitano e incrementar a aproximação com as novas potências capitalistas. A cidade e a cultura parisienses serão os parâmetros a guiar as modas e modos a serem importados. Atualmente, seu carnaval é oficialmente considerado o maior do mundo, pelo Guinness Book, com aproximadamente 2 milhões de pessoas por dia nos blocos de rua.

Os bailes
O carnaval da capital francesa será um dos elementos de influência, fazendo com que a folia do Rio de Janeiro rapidamente apresente bailes mascarados aos moldes parisienses.
Inicialmente promovidos ou incentivados pelas Sociedades Dançantes que existiam na cidade (como a Constante Polka, por exemplo) esses bailes acabariam por ser suplantados pelos bailes públicos, como o famoso baile público do Teatro São Januário promovido por Clara Delmastro.

Os passeios
O grande sucesso dos bailes acabaria por incentivar outras formas de diversão, como os passeios ou promenades aos moldes do então já quase extinto carnaval romano. A idéia de se deslocar para os bailes em carruagens abertas seduzia a burguesia, que via, aí, uma oportunidade de exibir suas ricas fantasias ao povo e "civilizar" o carnaval de feição 'entruda'.
Carruagens perfiladas na Batalha de Confete do Carnaval de 1907, organizada pelo jornal Gazeta de Notícias, na Avenida Beira-Mar, Rio de Janeiro. Foto sem indicação de autor, Revista Kósmos, fevereiro de 1907.

O povo carioca assistia deslumbrado a esses cortejos sem, entretanto, se furtar a saudar com seus limões de cheiro os elegantes mascarados. A tensão decorrente desse embate carnavalesco faria com que a elite procurasse organizar cada vez mais seus passeios através da reunião de uma grande número de carruagens e da presença ostensiva de policiamento incorporado aos desfiles.

As sociedades carnavalescas
Aos poucos essas promenades acabariam por adquirir uma certa independência em relação aos bailes até que, em 1855, um grupo de cidadãos notáveis organizaria aquele que ficou conhecido como o primeiro passeio de uma sociedade carnavalesca por uma cidade brasileira: o desfile do Congresso das Sumidades Carnavalescas.
O sucesso desse evento abriria as portas para o surgimento de dezenas de sociedades carnavalescas que, em poucos anos, já disputariam entre si o exíguo espaço do centro da cidade durante os dias de carnaval.

O carnaval das ruas
Entretanto, o fabuloso carnaval proposto pela burguesia não reinaria sozinho nas ruas do Rio de Janeiro. Paralelamente ao movimento de implantação de uma festa civilizada, outras diversões tomavam forma na cidade. O entrudo, com sua alegria desorganizada e espontânea não era a única diversão carnavalesca popular. Muitos grupos negros de Congadas (ou Congos) e Cucumbis aproveitavam-se da relativa liberalidade reinante para conseguir autorização policial para se apresentarem. Além disso, outros grupos, reunindo a população carente de negros libertos e pequenos comerciantes portugueses (mais tarde conhecidos como Zé Pereiras), sentiram-se incentivados a passear pelas ruas.

O carnaval carioca
A mistura desses diferentes grupos acabaria por forçar uma espécie de diálogo entre eles. Em pouco tempo as influências mútuas se fazem notar através da adoção pelo carnaval popular, das fantasias e da organização características da folia burguesa. As sociedades carnavalescas por sua vez, passaram a incorporar boa parte dos ritmos e sonoridades típicos das brincadeiras populares. O resultado de tudo isso é que as ruas do Rio de Janeiro veriam surgir toda uma variedade de grupos, representando todos os tipos de interinfluências possíveis. É essa multiplicidade de formas carnavalescas, essa liberdade organizacional dos grupos que faria surgir uma identidade própria ao carnaval carioca. Uma identidade forjada nas ruas, entre diálogos e tensões.

O carnaval popular
Essa forma de classificação perduraria até os anos 1930, quando o prefeito/interventor do Rio de Janeiro, Pedro Ernesto, oficializaria a festa carioca. A partir daí, os concursos promovidos pelos jornais, os textos jornalísticos publicados na imprensa e as obras dos primeiros folcloristas acabariam por separar as brincadeiras populares em categorias estanques, cada qual com uma história e um formato próprios, tais como blocos, ranchos, cordões, Zé Pereiras, corso e sociedades. Coroando esse movimento é publicado, em 1958 o livro História do carnaval carioca, da pesquisadora Eneida de Moraes que estabelece o texto fundador da folia carioca, e, por extensão, brasileira.

Escolas de samba
No final dos anos 1920 o Brasil buscava criar uma identidade capaz de diferenciá-lo dentro da nova ordem mundial estabelecida após a Primeira Grande Guerra. O conceito de negritude se destacava mundialmente valorizando as produções culturais negras como a Arte africana e o jazz. A festa carnavalesca e o novo ritmo de base negra recém surgido, o samba, seriam as bases para a formulação de um sentido de brasilidade. A valorização do samba e da negritude acabariam aumentando o interesse da intelectualidade nos novos "grupos de samba" que surgiam nos morros cariocas. Esse grupos passaria a se apresentar "no asfalto", ou seja, longe dos guetos dos morros, sendo chamados de escolas de samba.
Tratados, inicialmente, como uma espécie de curiosidade "folclórica", esses grupos foram, pouco a pouco, cativando a sociedade carioca com seu ritmo marcado, com a sonoridade inesperada de suas cabrochas e com os temas populares de suas letras.
Mantidas por décadas como elementos secundário da folia carnavalesca carioca, as escolas de samba adquiririam grande proeminência a partir da década de 1950, com a incorporação da classe média aos desfiles, consequência da aproximação entre as escolas e intelectuais de esquerda. A partir daí elas galgariam os degraus do sucesso até se tornarem o grande evento carnavalesco nacional.

O carnaval carioca contemporâneo
O Carnaval de rua dos blocos e bandas
A partir das duas semanas anteriores ao carnaval, as ruas do Rio de Janeiro, são tomadas por um grande número de blocos e bandas que carregam dezenas de milhares de foliões e fazem da cidade um grande baile popular sem cordas e aberto a quem quiser chegar. O carnaval de rua da cidade figura desde 2004 no Guinness book como o maior carnaval de rua do mundo, atraindo cerca de 2 milhões de foliões a cada dia.

O carnaval dos bailes e clubes
Durante o carnaval diversos bailes são realizados nos clubes da cidade, alguns mais voltados para a classe alta, outros para as classes mais baixas. A prefeitura da cidade também realiza bailes populares, abertos ao público em determinadas áreas tradicionais da cidade, como a Cinelândia e em bairros do subúrbio como Madureira. Também é famoso o baile do Gala Gay, na terça-feira de carnaval, voltada para a comunidade GLS.

Os ensaios das Escolas de Samba
Apesar de iniciado "oficialmente" na sexta-feira gorda, o carnaval de rua carioca começa já em dezembro quando as escolas de samba da cidade passam a realizar os chamados "ensaios técnicos" no Sambódromo. Verdadeiros desfiles onde o canto, a evolução e o ritmo são os elementos principais, esses eventos vêm atraindo a população da cidade e arredores que enche as arquibancadas, torce e canta com suas escolas. Uma verdadeira festa popular que captura cada vez mais o interesse dos turistas desejosos de assistir e participar de um carnaval essencialmente popular.